quinta-feira, março 31, 2011
But I can still remember those feelings
Of being left alone with myself
Sitting in the garden
Watching our house burn
Knowing I couldn't help it
It always had to end in a big statement like that
We were always so intense
Out of control
We never understood what we had
Never knew how to deal with it
Always tearing at each other
The violence and the shame
Banging my head against the wall
Wanting to explode
And it was my idea
And I put you there
I lied and said I didn't want you
You were running to someone else
Breaking the spell
Being able to see me for what I really was
And then the flames
Wanted you
Make me feel like no man in the world wanted you
Still feel the flame
Still feel the cold
Still feel the flame
Gets so cold around the stove
They still reach for me
Where you gonna go now
They still reach for me
Where you gonna go now
Made you feel like no man in the world wanted you
Made me feel like no woman in the world wanted me
Still feel the flame
Some days it seems I've left those feelings so far behind
Still feel the cold
But they're always there, waiting
Still feel the flame
Tempting, trying to release you
It's so cold around the stove
Don't believe, don't cherish your pretence
They still reach for me
You strike a match
Where you gonna go now
The thrill of having nothing
They still reach for me
The smell of the flames
Where you gonna go now
Made me feel like no man in the world wanted you
Made me feel like no woman in the world wanted me
Tindersticks
(se correu tudo bem, deve ser possível ouvi-la na listinha aí do lado)
quarta-feira, março 30, 2011
terça-feira, março 29, 2011
segunda-feira, março 28, 2011
domingo, março 27, 2011
É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
Conto
terça-feira, dezembro 14, 2010
O Paraíso segundo Fitzgerald
sábado, outubro 16, 2010
Debaixo das estrelas
Debaixo das estrelas
(Alinhadas) há 13 biliões de anos
A vista é bela
E só nossa esta noite
Debaixo das estrelas
A girar uma e outra volta contigo
Vendo as sombras derreter a luz
Que brilha suave dos teus olhos
Para outro espaço
É só nosso esta noite
Vendo as sombras derreter
E as ondas partem
E as ondas partem
Susurras no meu ouvido um desejo
“Podiamos partir à deriva”
Bem segura
A tua voz dentro da minha cabeça
O beijo é infinito
E só nosso esta noite
“Podíamos partir à deriva”
A voar assim contigo
Debaixo das estrelas
Iluminadas há 13 biliões de anos
E só nossas esta noite
Debaixo das estrelas
E tudo o que foi
E tudo o que virá
Não nos será nada
Juntos como um só
Abraçados
Tão perto e tão longe
Sempre como agora
Debaixo das estrelas
Como as ondas que se partem
The Cure, Underneath the stars (tradução manhosa minha)
tu-em-outubro
segunda-feira, agosto 16, 2010
Da tristeza e outros demónios
As pessoas dizem “Morreu…” e estão todas enganadas, não foi nada disso que te aconteceu e não te deixo morreres-me quando te apetece. Falo contigo porque não consigo falar com mais ninguém e estou zangada porque te esqueceste, porque é que não vens assombrar-me?
Este ano lembrei-me só eu e não disse a vivalma, tu sabes que eu sei e sempre adorámos os silêncios nos olhos um do outro. Quem cá está (eu não conto, sou metade de mim e menos um bocadinho) vai usando todas as palavras no dicionário e não consegue dizer nada, não percebo esta ânsia em gastá-las a todas se a nenhuma é concedido peso, substância, intenção.
Todas as tristezas têm verdades intrínsecas e eu quedo-me sem lágrimas. A tristeza-só-minha tem demónios que me visitam de noite, quando tu não estás, mas não faz diferença nenhuma, a minha alma aninhou-se e escondeu-se quando desceram o teu caixão.
Tenho o coração descompassado e desocupado e não sei porque é que escrevo isto, não é nada que não saibas já nem nada que nunca tenhas sabido (tu que sempre soubeste tudo, sentiste tudo e deste tudo, não achas que me deves mais do que uma carta, mais do que recordações, mais do que viver uma vida inteira sem ti?)
Não houve árvore, nem rum, nem ria, nem traineiras, nem as luzes da cidade a tremelicar na água. Não consegui voltar a fazer isso e não sei se alguém lá foi, fui sempre invasora num sítio só vosso e nem sequer é aí que te recordo.
Nós tínhamos uma falésia, um forte de mármore cinzento na serra, charros fumados às escondidas, homens que tocam saxofone a horas impróprias, filmes de terror e tudo o que não quero aqui contar, já ofereci tantos pedaços de ti…
Nós tínhamos (claro que volto atrás e ao mesmo, não foste tu quem me proibiu de desistir?) um mapa invertido para viver a vida, nesta casa educam-se livres-pensadores, dizia o pai, e tenho vontade de lhe gritar vai-à-merda, tu e essa teoria cretina, tinhas de lhe ter formatado o cérebro para ser como as pessoas normais, essas-que-não-encostam-caçadeiras-à-boca-e-disparam.
E é tão injusto que fico sem ar, ele morreu contigo e não tenho ninguém que oiça os meus gritos. Vou escrevendo tudo para que sintas a vida passar, onde quer que estejas, tudo o que não consigo dizer porque vive na minha garganta uma roseira brava e os espinhos vão rasgando a carne à medida que crescem. Porque é que não vens assombrar-me?
terça-feira, fevereiro 16, 2010
Largos são os dias sem ti...
terça-feira, outubro 13, 2009
1800 kms depois continua (quase) tudo na mesma!
sábado, outubro 10, 2009
A paz dos homens?
domingo, outubro 04, 2009
Sussuro para o filho que ainda não tenho
sexta-feira, outubro 02, 2009
Palavras roubadas
TEMPO DE AMOR (SAMBA DO VELOSO) Vinícius de Moraes Ah, bem melhor seria Poder viver em paz Sem ter que sofrer Sem ter que chorar Sem ter que querer Sem ter que se dar Mas tem que sofrer Mas tem que chorar Mas tem que querer Pra poder amar Ah, mundo enganador Paz não quer mais dizer amor Ah, não existe Coisa mais triste que ter paz E se arrepender E se conformar E se proteger De um amor a mais O tempo de amor É tempo de dor O tempo de paz Não faz nem desfaz Ah, que não seja meu O mundo onde o amor morreu