Às vezes penso que gostava que viéssemos "etiquetados". Que nos pusessem à nascença uma pulseirinha ou um chip ou qualquer outra coisa, altamente futuristica, que nos desse uma pista para encontrar a pessoa no mundo mais compatível connosco. A alma gémea.
A escolha de correr o mundo à procura ou atalhar a felicidade com alguém que se conheceu no caminho seria inteiramente nossa. Mas pelo menos saberíamos que, algures, há uma pessoa mais perfeita que todas as outras para nós. E tentávamos.
Um comentário:
Facilitava-nos a vida, não?...Assim anda complicado.
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