domingo, março 29, 2009
O ano que passa, o ano que chega...
quinta-feira, março 26, 2009
Recorrente
terça-feira, março 24, 2009
Big in Japan
quarta-feira, março 18, 2009
Birkins para a Lemúria!
O sonho de uma das minhas colegas de trabalho é ter uma malinha como a da imagem. Não necessariamente com diamantes mas preta e feita de pele de crocodilo do Nilo. Escusado será dizer (mas eu digo à mesma) que a ideia me dá a volta ao estomâgo. Até à semana passada, não sabia o que era uma Birkin (nem uma Kelly mas isso investiguem vocês). Esta semana já sei que custa no mínimo 7.500 dólares, que não se vende pela internet, que determinados modelos podem chegar a custar 1.000.000 (não, não me enganei nos zeros) de dólares e que são, geralmente, feitas de pele de animais exóticos (!?).
Também esta semana li que a AIG reservou 165 milhões de dólares, dos 170 mil milhões que os contribuintes e o governo americano ali enterraram, para pagar prémios aos administradores. Dessa gente (quantos serão?), 11 demitiram-se ontem; o conjunto de 10 deles recebeu 1/4 da reserva de bom desempenho. Parece que o Presidente dos EUA está a tentar impedir a distribuição deste justíssimo dinheiro.
Sou só eu ou está tudo parvo? Como é que o sonho de alguém pode ser andar com as chaves de casa e os cartões multibanco dentro de um animal morto? Que merda de sitio é este onde se passeia luxo cruel, capaz de alimentar tanta gente, oferecer casa e educação, saúde e futuro? Que filha da putice armaram para nem o presidente do país mais poderoso do mundo lhes conseguir mitigar a impunidade? Como é que é possível que esta gente não esteja ainda toda presa? E como é que, às orgulhosas detentoras de Birkins e afins, não lhes é exigido o dobro do valor que pagam pela mala em criar condições para a reprodução e protecção do crocodilo do Nilo, em tirar da escravatura os milhões de meninos africanos que trabalham nas minas de diamantes cartelizadas ou em fornecer condições de higiene e segurança, horários e salários condignos às meninas das sweat shops asiáticas que lhes cosem as malinhas?
terça-feira, março 17, 2009
Os que vão...
domingo, março 15, 2009
Vidas Rejeitadas
Esta semana demiti-me de cá vir. Tomei decisões importantes e achei que, se viesse racionaliza-las, provavelmente teria dúvidas. Tenho dúvidas à mesma, claro mas, ao contrário de muita gente, são as escolhas impulsivas (ou a capacidade de mudar a minha vida em 10 minutos) que me trazem alguma paz. domingo, março 08, 2009
No dia da gaja não há flores...
Joan Baez, Where Have all the Flowers Gone
A música é para a minha grande amiga S., onde quer que esteja. Em Lisboa, Bruxelas ou a vadiar pelo mundo. As flores que encontrar, serão para ti. Parabéns, miúda!
Génios económicos somos tu e eu...
sexta-feira, março 06, 2009
A viagem é um Judeu Errante, nunca morto, nunca vivo, a caminhar até ao final dos tempos...
quinta-feira, março 05, 2009
Lei da Maria
quarta-feira, março 04, 2009
Ave de mau agoiro
Este homem aparece hoje, num mini artigo de 3 parágrafos no Público, onde realmente não se diz nada. Nada excepto que, em 2007, Oliveira e Costa queria vender 50% da SLN à empresa desta pequena criatura e a "investidores angolanos". Esta pequena criatura também é dona do Freeport. E esteve envolvida com os negócios manhosos do Albarran, de que não guardo grande memória, a não ser que se pirou para qualquer lado mais agradável, onde não o chateassem.
Carlucci é uma sombra agoirenta a pairar neste país. Oiço falar dele desde pequena. Carlucci e a CIA. Carlucci no pós 25 de Abril. A FLAD. Os negócios. Não há nenhuma grande escandaleira democrática, nestes quase 35 anos desde 74, em que não venha à baila. Aliás, minto. Parece ter algum distanciamento dos casos de corrupção no futebol e nos que envolvem camas, "frutas" e criançinhas. De resto, lá está ele, "alapado" a Portugal, que nenhum sítio do mundo parece propiciar-lhe tantas alegrias. Haja alguém com tomates para investigá-lo. Please. Alguém que perca a vergonha de incomodar o turista que está de passagem e lhe diga que as regras do país são outras. Alguém que não deixe morrer o homem, já de si velhinho, com um epitáfio de "grande amigo da nação, dos portugueses e portuguesas, de alguém a quem devemos tudo", coroado com uma qualquer comenda póstuma. É pedir muito, é?


