Ontem dei por mim, petrificada, a ler uma notícia sobre a intelligence dos americanos.
Parece que não se conseguiram lembrar de nada melhor que começar a fornecer, em larga escala, Viagra aos senhores da guerra afegãos, em troca de informações potencialmente sensíveis.
A maioria destes homens estará a dar para o velhote (ao contrário do nosso macho latino doméstico que, com grande esforço pessoal, profissional e familiar, se sente na obrigação de ir satisfazendo as variadas prestadoras de serviços, em esquinas e estradas nacionais, colegas de trabalho e vizinhas no geral ) e terá já enormes dificuldades em erguer o "coiso", com igualdade e justiça, para as 4 esposas lá da tenda.
Assim à primeira vista, não posso dizer que tenha achado mal. Afinal, sempre seria melhor que fornecer armas, dolares sujos ou ir ajudando na plantação das bem afamadas papoilas.
O pior veio mesmo depois: cheguei à conclusão que não existe diferença nenhuma entre os altifalantes que debitavam AC/DC aos prisioneiros de Guantanamo e esta nova e original forma de subjugar e humilhar, 1 bocadinho mais, as meninas e mulheres afegãs.
Casadas à força e habituadas a violações várias, suponho que grande parte da sua esperança residiria no dia, em que estes homens, a quem pertençem, desativassem a libido e a energia.
Se fosse comigo, suponho que por cada viagra oferecido por um agente da CIA, correria a oferecer uma informação ainda mais importante ao Taliban mais próximo. Ou oferecia-me logo para bombista suicida.
Um comentário:
Oferecer Viagras em si até poderia ser uma boa ideia em teoria. O problema é a intenção...
Gostei muito do teu espaço. Adoro a cor.
bjs
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